O médico de Michael Jackson foi hoje, segunda-feira, formalmente acusado de homicídio involuntário, no caso da morte do cantor.
| foto THOMAS NGUYEN/EPA |
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| Conrad Murray |
Conrad Murray tem sido investigado desde que a autópsia ao cantor determinou que a morte do Rei da Pop resultou de uma overdose, provocada pela ingestão de um anestésico, propofol, e de lorazepam, um sedativo.
O médico estava em casa do cantor na altura da sua morte e, de acordo com os autos policiais, admitiu ter administrado o poderoso anestésico, para ajudar Jackson a dormir.
Segundo a Reuters, o médico disse sempre não ter feito nada de errado e disse à polícia que não foi o primeiro médico a administrar propofol ao músico.
O procurador encarregue da acusação declarou que Conrad Murray, que já se declarou inocente perante o tribunal, arrisca, se for condenado, uma pena de prisão até quatro anos.
Murray foi contratado por Michael Jackson para o acompanhar durante a preparação daquela que seria a última digressão do artista, um conjunto de 50 concertos em Londres, Inglaterra.
Michael Jackson morreu em Junho do ano passado, em Los Angeles, e a sua morte provocou ondas de comoção em todo o mundo.