Director
José Leite Pereira

Director Adjunto
Alfredo Leite

Subdirector
Paulo Ferreira
 

Ameaças na aula alvo de inquérito

Alfredo Maia

Um filme, colhido por telemóvel, sobre uma alegada brincadeira, simulando intimidação de uma professora com uma arma de plástico e gestos agressivos, estragou as férias de uma turma do Agrupamento Vertical do Cerco do Porto. 

Amanhã, a presidente do Conselho Executivo vai chamar os alunos à escola e abrir um procedimento de inquérito, por causa de um incidente disciplinar que teria sido "resolvido" internamente se não tivessem sido captadas e imagens que circulam na internet.

Colhida de surpresa, a responsável, Ludovina Costa, não conteve a interjeição "Que chatice!", quando se deu conta da "gravidade" e da "irresponsabilidade" do caso.

Não tivesse galgado os muros da escola, situada numa zona socialmente problemática, o episódio morreria como "uma brincadeira de fim-de-período que mais ou menos toda a gente fez".

No pequeno filme, de 31 segundos, em aparente "galhofa", um grupo de alunos de uma turma de ensino tecnológico/desporto do 11.º ano exige à professora de Psicologia a atribuição de nota positiva - caso estranho, pois as notas não são más. Um deles toca a nuca da docente com uma pistola de plástico quando está sentada, mantendo-a apontada com ela de pé. Depois, outro aluno toma a "arma".

A professora reage com calma, aparentemente familizarizada com o comportamento. "São 12 alunos normais e simpáticos, dos quais todos os professores gostam, e que se dão muito bem com a professora, que também é muito brincalhona", explica Ludovina Costa.

A certa altura a docente pretende pôr cobro à situação. "Estou a avisar!", diz várias vezes, "Vou-me embora!". Mas a cena mantém-se e ela, depois de tentar usar o telefone, faz menção de sair. No final do filme: "Vou marcar falta disciplinar a todos". E sai.

Seguida pelos alunos, a professora dirigiu-se então à directora de turma. "Vê lá tu o que estes malucos fizeram - apontaram-me uma pistola e não me deixaram acabar o que estava a fazer", narra a presidente do Executivo, que estava presente. "Ó professora, desculpe, sabe que somos uns brincalhões", justificou-se um aluno.

"Repreendi-os. Disse-lhes que tivessem cuidado com estas brincadeiras, ainda por cima com a imagem negativa da zona", conta Ludovina. Mas o pior, diz, é que agora "vai ter que actuar por causa de uma irresponsabilidade" -a tomada a divulgação e imagens. E desabafa: "Estou desolada porque são uns miúdos simpáticos, toda a gente gosta deles, a turma não tem problemas disciplinares e há poucas negativas. Mesmo na disciplina daquela professora (Psicologia), só há uma - um 9!"

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Comentários
20 Comentários

 
 
     
 
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27.12.2008
18:47
Portugal - Porto
Com estes novos metodos de avaliações, com estas psicologias, é normal que desdramatizem. Esta situação até já tinha sido resolvida pelo Executivo da Escola com um mero pedido de desculpas, pois eles não bateram na professora. Os verdadeiros culpados na minha opinião são três, em primeiro os pais que não educam os filhos (Solução: poderiam pagar uma multa) segundo: DREN desdramatiza uma situação grava (Solução: demissão) e por fim o ME como sempre não fazem nada (solução: demissão da Ministra e acessores, que já peca por ser tardia), mas se calhar a solição mais facil e a demissão da professora e proibir os telemoveis na sala de aula, pois assim este tipo de situações não eram colocados nos "media" e era facilmente resolvida pela escola. Como esta já estava, atraves de um pedido de desculpas. Haja mão pesada nesta punição para estes casos servirem de exemplos a "não ser seguidos" por outros alunos.

 
 
 
26.12.2008
17:17
South Georgia and the South Sandwich Islands
Quer um exemplo? Digo-lhe já um. Nao sei se está ao corrente mas os professores têm que mostrar que as suas turmas progrediram em termos de notas. Os testes iniciais passaram a ser mais dificeis para indo sucessivamente perder o seu grau de dificuldade. E não sou eu que lhe digo isto, são professores com o qual conversei e afirmaram que estariam dispostos a fazer testes mais dificeis se isso melhorasse as suas nota na avaliação. Se tiver filhos (q nao é o meu caso) compare o primeiro teste de cada disciplina com o último. No inicio do ano de uma escola cá da zona, tinha-se que fazer testes iniciais que abrangiam a matéria que os alunos tinha aprendido no ano passado. Ou seja tinhamos alunos do 12º a fazer testes de portugues e matemática com matéria que já nem se lembravam. Se tinha que estudar? Absolutamente, o problema é q só os avisaram 15 dias antes e isso não dá para nada. Eu concordo plenamente com a avaliação mas nao aceito que seja feita de forma descabida e mal pensada, pois em vez de melhorarmos estamos só a piorar.

 
 
 
26.12.2008
13:01
Portugal - Porto
Pax, não entendi. Onde está o disparate? Claro que desde há muito, não sei se foi quando se assistiu à "democratização do ensino", que os professores têm perdido autoridade. A perda da autoridade é um fenómeno mais global que não afecta só os professores. Afecta tudo o que é autoridade. Hoje tornou-se um crime o exercício da autoridade mesmo que exercida de forma competente. A reforma da educação deveria ter tomado em conta este fenómeno e tentar recuperar a autoridade e boa imagem do professor. Isso, antes de tudo o resto. O que se fez foi o contrário agora colhem-se os frutos. O argumento de que "há muito que é assim", ou que "foi sempre assim" e apenas era menos publicitado é argumento fácil para quem não tem argumentos. Para esse peditório já dei. Disparate é que não querer ver as coisas e isso foi o que o Pax fez. O que se passa na rua já é em si um reflexo do que se passa em casa e vice-versa. Se as "crianças" fossem educadas e acompanhadas em casa certamente que teriam comportamentos adequados na rua. A polícia que também anda desautorizada teria a tarefa facilitada. Só a sua presença poderia prevenir muitos problemas. É um problema de fundo este. Tem a ver com o funcionamento da sociedade como um todo. O caso da educação é um dos aspectos que se insere no todo. Cabe ao ministério da educação levar a cabo as reformas necessárias para que a Escola dê o seu contributo de forma positiva para os objectivos que se propõe: formar e instruir cidadãos competentes, com consciência cívica e aptos para o trabalho. Se este não é mais um exemplo claro das consequências negativas da reforma em curso, e há outros, indique aí os outros. Para mim, tornou-se claro que a ministra está mais interessada em fazer fogo chinês que em resolver os reais problemas do país em matéria de educação. Não sei se é preocupação com o orçamento, política eleitoral à vista, ou falta de competência...

 
 
 
26.12.2008
01:22
South Georgia and the South Sandwich Islands
Arut, não é nenhum exemplo. Não diga disparates. Pode apontar muitos exemplos mas este não é um deles. Pensa que antes isto nao acontecia? Desde que se assistiu à democratização do ensino que os professores têm perdido autoridade na sala de aula. Quanto à parte de educação das crianças, essa tem a meu ver duas vertentes. A educação dada pelos pais e a educação que aprendem da rua. para mim era fechá-los até as 6 da tarde na escola sempre ali a marrar como os japoneses. É sem dúvida imperativo que a disciplina seja imposta e quando se passa a linha deve haver mecanismos punitivos duros. Expulsem-nos das escolas se não querem aprender. O dinheiro dos meus impostos agradece. Tirarem me dinheiro para apostar em idiotas e estúpidos dispenso obrigado. Ou nos tornamos duros ou eles ficarão ainda mais indisciplinados.

 
 
 
26.12.2008
00:10
Portugal - Porto
Esse é mais um exemplo da "grande reforma em curso necessária na educação". Aquilo é uma sala de aula? Senhora Ministra, a reforma era necessária mas não esta. Primeiro, havia que criar melhores condições de trabalho. A escola é um espaço de trabalho e não há trabalho produtivo sem disciplina e respeito mútuos. O problema ultrapassa a capacidade da Senhora Ministra para o resolver com eficácia porque é já um problema social grave. "As crianças" podem fazer o que querem e não há limites para o que as "crianças" querem fazer. Os papás e as mamás em vez de as educarem vão tirar satisfações dos professores que ainda tentam impôr-se. Mas agora, coisa nunca vista, nem os papás podem "molestar as crianças". Um dia, vão levar os pais as palmadas que não deram aos filhos na hora certa, com conta, peso e medida. As "pedagogias", "psicologias" e "sociologias" actuais explicam e admitem tudo. São muito permissivas, "tolerantes", e coitadinhas das crianças. As crianças precisam de ser protegidas de prepotencias, barbaridades, excessos...mas também precisam de ser educadas para a sua integração na sociedade. E isto tem de ser feito nas vertentes formativa e repressiva. Não há volta a dar-lhe. Antes das aulas de substituição que nada resolvem, da revisão dos estatutos diversos e da avaliação dos docentes teria sido mais útil e necessário que os horários existentes fossem aproveitados da melhor forma, os programas revistos e articulados quer vertical, quer transversalmente de modo a que os alunos percebessem que as matérias diversas se articulam entre si e tudo tem a ver com tudo... Senhora Ministra do Orçamento da Educação gaste menos dinheiro em material desnecessário e utilize melhor os recursos disponíveis. IMPONHA DISCIPLINA. É muito deprimente ver um espectáculo destes no youtube, ou aqui no jornal, mas arrasador deve ser mesmo estar ali naquele espaço numa situação daquelas com as "crianças a brincar". Já não há pachorra!

 
 
 
25.12.2008
22:14
Portugal - Porto
Esse é mais um exemplo da "grande reforma em curso necessária na educação". Aquilo é uma sala de aula? Senhora Ministra, a reforma era necessária mas não esta. Primeiro, havia que criar melhores condições de trabalho. A escola é um espaço de trabalho e não há trabalho produtivo sem disciplina e respeito mútuos. O problema ultrapassa a capacidade da Senhora Ministra para o resolver com eficácia porque é já um problema social grave. "As crianças" podem fazer o que querem e não há limites para o que as "crianças" querem fazer. Os papás e as mamás em vez de as educarem vão tirar satisfações dos professores que ainda tentam impôr-se. Mas agora, coisa nunca vista, nem os papás podem "molestar as crianças". Um dia, vão levar os pais as palmadas que não deram aos filhos na hora certa, com conta, peso e medida. As "pedagogias", "psicologias" e "sociologias" actuais explicam e admitem tudo. São muito permissivas, "tolerantes", e coitadinhas das crianças. As crianças precisam de ser protegidas de prepotencias, barbaridades, excessos...mas também precisam de ser educadas para a sua integração na sociedade. E isto tem de ser feito nas vertentes formativa e repressiva. Não há volta a dar-lhe. Antes das aulas de substituição que nada resolvem, da revisão dos estatutos diversos e da avaliação dos docentes teria sido mais útil e necessário que os horários existentes fossem aproveitados da melhor forma, os programas revistos e articulados quer vertical, quer transversalmente de modo a que os alunos percebessem que as matérias diversas se articulam entre si e tudo tem a ver com tudo... Senhora Ministra do Orçamento da Educação gaste menos dinheiro em material desnecessário e utilize melhor os recursos disponíveis. IMPONHA DISCIPLINA. É muito deprimente ver um espectáculo destes no youtube, ou aqui no jornal, mas arrasador deve ser mesmo estar ali naquele espaço numa situação daquelas com as "crianças a brincar". Já não há pachorra!

 
 
 
25.12.2008
21:40
Portugal - Braga
V-E-R-G-O-N-H-A. É o que isto é. Enquanto a educação não partir de casa, não há solução para a situação da escola actual.

 
 
 
25.12.2008
19:58
Portugal - Porto
Por mais este lamentável caso se vê que, alguma JUMENTUDE, quer tudo menos estudar. Depois, a DREN, que são uns irresponsáveis, vêm dizer que aquilo não passou de "uma brincadeira de mau gosto" e que não se devia falar em punição dos autores dos desacatos... Ah isto agora é assim?!Valha-nos S. Gregório! Então uma sala de aulas não deve ser um espaço consagrado ao Ensino e nada mais? Bom, mas no meio de toda aquela bagunçada, o que mais me irritou, foi o ter ouvido há pouco num noticiário televisivo, as bacoradas, as asneiras que o presidente da Associação de Pais do Porto proferiu, via telefone. Por que não dá ele a cara e faz as mesmas afirmações perante as câmaras? Eu penso que todo o País, que não apenas o Norte, tem o direito de saber quem é a real avantesma que lidera a Associação. Já todos sabemos que não se pode generalizar este conce É que este espertalhaço de meia-tijela, vem a terreiro justificar as degradantes cenas, dizendo que a culpa será de quem permite que os telemóveis entrem nas salas de aulas!...Mas então os alunos que os usam, são alguns atrasados mentais que não sabem que o não devem fazer? Também seria bom que os alunos se capacitassem de que os professores também têm familiares que, em caso extremo, poderão estes retaliar com "atitudes" bastante mais duras para fazerem justiça pelas próprias mãos. Era bom para todos que isso não chegasse a esse ponto. O que será que o sr. Mário Nogueira dirá a esta situação? decerto não irá culpabilizar a Ministra..

 
 
 
25.12.2008
19:47
Portugal - Lisboa
Já não é só cá,veja-se aquela mãe em Espanha que apnha 45 dias de prisão por dar um estalo no filho .E depois admiram-se da criminalidade e da violência .Estamos, por via destas ,pedagogias e outros palavrões de técnicos imcompetentes que estão fora da realidade ,mas são aceites como "Gurus" a criar futuros criminosos.Mas não é de admirar , veja-se o esta desgraça de Código Penal ,quando já não houver volta a dar aí estarà a repressão violenta que arrastarà tudo só que os responsàveis já cà não estarão , mas estarão os filhos... Sintrense - Sintra

 
 
 
25.12.2008
17:36
Portugal - Aveiro
O meu filho tem 25 anos, com formação na area de Engenharias. Se isto acontecesse com o meu filho (há brincadeiras e brincadeiras), ele já sabia que chegando a casa havia "festa". Dizem que é proibido bater nos "putos", coitadinhos, violencia domestica, os pais podem ir a tribunal....pois meus caros Srs. Doutores da Justiça, na minha casa quem dá ordens sou eu.E não devo ter sido até agora um mau exemplo, a verificar, Graças a Deus, pelo bom comportamento e desempenho do meu filho, hoje um Homem.Mas acredito que o meu filho será capaz de fazer o mesmo a um futuro meu neto, se acaso as coisas descambarem para o lado negativo, do insurreto. Filho de pai......

 
 
 
25.12.2008
15:32
Portugal - Porto
É uma vergonha, mas infelizmente é uma realidade mais comum nas escolas portuguesas do que aquilo que as pessoas querem acreditar. Não há disciplina e isto começa de cima, com a validação de um clima de impunidade.

 
 
 
25.12.2008
14:12
Portugal - Porto
“SÃO UNS MIÚDOS SIMPÁTICOS, TODA A GENTE GOSTA DELES”… Como é que a directora de turma pode fazer esta afirmação perante uma situação tão grave? Não estamos no Carnaval. Estamos numa escola onde são proibidas as brincadeiras de Carnaval, os telemóveis ligados durante as aulas e as pistolas, quer sejam verdadeiras, quer sejam de brincar. Tendo tomado conhecimento do caso atempadamente, nada fez perante a gravidade do mesmo, limitando-se a advertir os alunos, para que tivessem cuidado com estas brincadeiras!!! Ser professor não é uma profissão fácil, e quando se pretende ser um professor brincalhão a tarefa ainda se torna mais complicada. Depois de permitir que os alunos brinquem na sala de aula torna-se difícil impor um ritmo de trabalho e controlar os comportamentos. Quando se perde o controle, se sai da sala e se pede ajuda ao superior hierárquico para apoiar a autoridade na sala de aula, o pior que pode acontecer é a desculpabilização dos comportamentos, quer dos alunos quer da professora se for caso disso. Mais uma vez a responsável da escola só vai actuar perante a divulgação do acontecimento via Internet. Não chega manter os alunos na escola. Neste local há regras que estão no Regulamento Interno e que são para cumprir. A direcção executiva, a directora de turma e a professora têm competências que devem exercer. Os alunos têm direitos e deveres entre os quais se encontram os de aprender, de saber ser e de saber estar.

 
 
 
25.12.2008
13:34
Portugal - Aveiro
Oa pais destes alunos devem estar orgulhosos da educação que lhes deram.

 
 
 
25.12.2008
13:00
Portugal - Porto
E o que estará para vir não sabemos... Com os exemplos (maus) que têm tido dos mestres, o que é que será de esperar dos discípulos. O exemplo vem de cima, não é assim que diz o Povo? Daqui a pouco também hão-de recusar ser avaliados e, quem sabe, exigir aulas práticas de educação sexual e outras mais extravagâncias que nem imagino.

 
 
 
25.12.2008
12:05
Portugal - Vila Real
Que chatice D. Ludovina! Que chatice D. Ludovina a "cena" ter extravazado os muros da Escola e ter caído no domínio público. Que chatice D. Ludovina não poder, assim, "abafar" o caso como fazem todos os conselhos executivos do país. Que chatice D. Ludovina ter de dar contas à directora da DREN (mas não se preocupe, D. Ludovina, que ela abafa o caso). Que chatice D. Ludovina a "incompetente" da Professora ter só sido ameaçada por uma pistola (numa situação daquelas quem é que repara que é de plástico?) a aparecer todo este cagaréu? Que chatice D. Ludovina que isto aconteça na "sua" Escola. Mas não se preocupe D. Ludovina porque para além da directora da DREN desculpabilizar os "meninos brincalhões" a D. Ludovina tem nas mão o instrumento adequado (e que estou certo vai usar) que é zurzir na classificação da "incompetente da professora". E assim, D. Ludovina, está resolvido o problema: a DREN minoriza o comportamento dos "pequenos" e a senhora castiga a verdadeira culpada - a "incompetente" da Professora. Bem vistas as coisas afinal isto não é chatice nenhuma D. Ludovina!!!!!!!

 
 
 
25.12.2008
11:54
Portugal - Porto
Comentários para quê, é a educação via Magalhães.

 
 
 
25.12.2008
10:28
Portugal - Porto
Onde estão os pais desses meninos??? Imagem e palavriado de meninos bem educados. Se fossem meus filhos,engoliam a pistola ao chegar a casa.

 
 
 
25.12.2008
09:53
Portugal
Coitados dos meninos a culpa e da sociedade.Claro que mais uma vez e aquilo que os intelectuais da treta vao dizer.NO meu tempo o meu pai se eu fizesse isto ele partia me as pernas.

 
 
 
25.12.2008
07:20
Netherlands
Com 'brincadeiras' destas... acho no minimo curioso a docente considerar isto tudo uma brincacadeira. O futuro destes 'brincalhões', infelizmente, já se sabe...

 
 
 
25.12.2008
06:41
Portugal
Tal como os pais, os professores só querem salvar a pele, ou seja, agradar-lhes e sair dali sem "recordações". Criticar estes comportamentos está fora de questão... Era só uma brincadeira!... Repare-se como os professores já são "obrigados" a alinhar na "nova ordem"...Serão as novas pedagogias das escolas superiores de educação?... Os procedimentos legais apontariam o defeito ao professor da escola pública. Na escola privada este filme já teria dado lugar à expulsão dos alunos em causa! Pais! Vejam que adultos estão a criar!Os vossos filhos vão ser como nos filmes...

 
 
 


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