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Mexe-se indiscriminadamente nos impostos e criam-se novas taxas como se isso fosse a solução. Mas o resultado causa crescente inquietação entre as pessoas que já não têm grandes coisas. Vêem-se forçados a adquirir um “novo modo de vida — um modo severamente arregimentado imposto por implacáveis governos autoritários” camuflados na sombra da Demo – Cracia, (governo do Diabo) obrigando as pessoas a aceitar declinantes padrões de vida. As rivalidades internacionais criam crises económicas que forçam os governantes a “moverem-se cada vez mais em direcção a modelos autoritários”, ao passo que ‘a civilização mundial se desintegra’, e “falar de governos da direita ou da esquerda é o tópico comum do dia”.
As pessoas desejam soluções. A inflação, o desemprego e o crime vertiginoso causam verdadeiras dificuldades. Tudo isso cria frustrações, e tudo indica que caminhamos para mais um holocausto em tudo parecido com o declínio económico que levou à segunda Guerra Mundial. Se não vejamos:
Foi isto que aconteceu na Alemanha após a primeira guerra mundial. À medida que os regimes democráticos provaram ser incapazes de achar a saída da depressão, os paladinos de mais forte controle governamental obtiveram cada vez mais ouvintes, e abriu-se o caminho para Adolfo Hitler atingir o poder com uma nova filosofia o nacional-socialismo, (o partido nazista da Alemanha). Sob sua regência de ferro, a recuperação econômica e social foi rápida. Os negócios prosperaram. Acabou-se o desemprego — junto com as liberdades pessoais. Quando se executaram as doutrinas do nazismo germânico, vai daí, dá-se o irrompimento da Segunda Guerra Mundial em 1939 até 1945 por causa da invasão da Polónia pela Alemanha nazista comandada pelo falso paladino do desenvolvimento. Na opinião de muitos observadores, o mundo enfrenta tempos muito mais críticos do que a Alemanha daquele tempo, mas em tudo semelhantes. À medida que os problemas com alimentos, população, poluição, energia e outros recursos assomam (aparecem) implacavelmente nos nossos dias, os estados unidos da América do Norte sob o comando do presidente Buch se acham os paladinos dos direitos humanos investidos sabe-se lá por quem como salvadores do mundo. Vivemos a entrada num novo século cheio de conflitos e mortes. Os conflitos fomentados por ódios ardentes são tão mortíferos que matam não só soldados, mas também milhares de civis na África, nos Bálcãs, e no Oriente Médio, fomentando uma onda de terrorismo cujos tentáculos abraçam todos os cantos da terra. Estes, são os párias da descriminação económica, social, politica, cultural e religiosa. E no centro de todos estes problemas que assolam o mundo, lá estão os Americanos. As pessoas mal podem imaginar as incríveis mudanças que estão para ocorrer — um mundo de TVs, vídeos, computadores, espaços cibernéticos, fax, voos espaciais e engenharia genética,” vai trazer a maior das hecatombes se os políticos de incubadora não resignarem. As guerras no início do século vinte e um tornaram-se progressivamente mais bárbaras, mais destrutivas, mais degradadas em todos os seus aspectos.
Nem as Nações Unidas tornam possível que se usufrua a vida em “duradoura paz”. A paz e a segurança estão realmente escapulindo cada vez mais.
Ao passo que tanto o número de armas nucleares como as nações que as possuem aumentam, também aumenta o risco dum novo holocausto, causando o efeito psicológico de se viver com medo duma guerra nuclear. O livro “Preparos Para a Guerra Nuclear — Os Efeitos Psicológicos,” diz que o efeito de se viver à sombra de armas nucleares causa uma devastação psicológica na população juvenil que os torna vulneráveis pela ausência de um futuro seguro, que os leva a ter a atitude, ‘vou gozar o presente’, buscando viver de emoções inapropriadas e degradantes.
continua....