Little Joy, Beach House, Ebony Bones e Wave Machines, projectos surgidos no virar do milénio, são alguns dos nomes que integram o cartaz do Festival Super Bock em Stock, a 04 e 05 de Dezembro, em Lisboa.
O cartaz desta segunda edição do festival, apresentado em Lisboa, conta com cerca de trinta artistas, grande parte deles em estreia em Portugal, que actuarão em simultâneo em sete espaços da zona da Avenida da Liberdade.
O público poderá assim fazer o percurso que entender entre os sete espaços que acolhem este ano os concertos.
A saber: Duas salas do cinema São Jorge, o cabaret Maxime, o Teatro Tivoli, o LA Caffé, o terraço do Hotel Tivoli e ainda o parque de estacionamento do Marquês de Pombal, local das últimas actuações de cada noite.
As propostas deste ano, entre repetições e estreias, portuguesas e estrangeiras, são sobretudo bandas recentes, surgidas nesta década à margem das grandes editoras discográficas, usufruindo da divulgação e partilha através da Internet.
São grupos cuja catalogação musical fica relegada para segundo plano, multiplicando e descobrando influências a partir do rock, da electrónica, da pop.
Destaque para a cantora britânica Ebony Bones, que se estreou em Portugal este Verão no festival Sudoeste, que irá partilhar o Teatro Tivoli com Legendary Tigerman.
Nessa mesma noite, o quinteto texano Voxtrot e os britânicos Wild Beasts, que acabam de lançar o álbum pop "Two dancers", tocam na sala 1 do cinema São Jorge, e os Wave Machines apresentam-se no Maxime.
Little Joy, projecto que junta Rodrigo Amarante (Los Hermanos) e Fabrizio Moretti (Strokes) e que teve a génese em Lisboa, estará no dia 05 de Dezembro no Teatro Tivoli, ao lado da dupla norte-americana Beach House e do português Sharyhar Mazgani.
Os veteranos do cartaz - porque surgiram em meados de 1996 - são os Piano Magic, colectivo dark-pop britânico liderado por Glen Johnson, que ocuparão a sala 2 do São Jorge no dia 05 de Dezembro.
Entre os repetentes estarão Patrick Watson, Mocky, Juan Maclean ou Kap Bambino.
Entre os mais de dez artistas portugueses presentes, além de Paulo Furtado e Mazgani, contam-se os novos projectos João Só e Abandonados e os Orelha Negra, a editarem em breve o álbum de estreia, Os Quais, noiserv, Samuel Úria, Easyway, oioai, Os Golpes, Mikkel Solnado, a cantora jazz Luísa Sobral e Zé Pedro, numa sessão DJ.
O passe para o festival custa 40 euros.