Director
José Leite Pereira

Director Adjunto
Alfredo Leite

Subdirector
Paulo Ferreira
 

Museu do Cinema recebeu 7500 visitantes num ano

Malacó

s lanternas mágicas pertecem à pré-história do cinema, mas neste espaço feito de memórias e afectos, coabitam cartazes, livros, objectos, máquinas de encantar, divas, muitas divas da sétima arte. E fotos ilustrativas de um passado glorioso.

Chega-se ao centro histórico, mesmo junto à muralha e o visitante depara com um antigo edifício da Guarda Fiscal, transformado em Museu do Cinema. Entra-se e algumas máquinas de sonho fazem-nos parar no tempo, recuar ao cinematógrafo, às experiências dos irmãos Lumière, no Grand Café, na Paris de 1895.

No hall de entrada, um cartaz de "Há Festa na Aldeia", um belíssimo filme de Jacques Tati, anuncia outras memórias. Nas salas do rés-do-chão, surgem outras peças de incalculável valor artístico uma lanterna mágica de cobre alemã para "vistas pintadas à mão", do séc XIX, cartazes de filmes, um dos quais de Meliés, curiosidades cinéfilas, raridades históricas como, por exemplo, as fotos de James Stewart, com um cheque datado e assinado pelo actor. Após apreciar a mítica pose de Orson Welles, em "O Mundo a Seus Pés", entra-se no piso superior e, aqui, convém abrir os sentidos. Antes, será possível admirar imagens de curtas-metragens de Buster Keaton e Chaplin, mas, nas paredes, o nosso olhar recai, obrigatoriamente, nas fotos de Gloria Swanson, Marlene Dietrich (fabulosa em "O Rancho das Paixões", de Lang), Greta Garbo, Ingrid Bergman, Ana Magnani e tantas outras divas do cinema.

Fruto de paixões, o museu só foi possível de conceber graças à magia de um homem sensível e culto Jean Loup Passek, director do Festival de Cinema de La Rochelle, apaixonado por Portugal e pelo cinema, tendo oferecido à autarquia o seu numereso espólio documental. "O museu é um gesto de generosidade de Jean Passek. O espólio tem um valor afectivo enorme. Existe mais de meio milhão de fotos e cartazes para mostrar", revelou Rui Solheiro, presidente da Câmara Municipal de Melgaço.

Quase um ano depois da abertura, o museu recebeu cerca de 7500 visitantes. Como a Galiza está ao lado, outros turistas passam a fronteira para revisitar memórias. O cinema, qual máquina de sonhos, está vivo e recomenda-se.

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