Mais formação técnica para GNR na área ambiental
Nuno Silva
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) e a GNR formalizam, hoje de manhã, no Quartel do Carmo, no Porto, um protocolo tendo em vista a formação de um total de 80 agentes na área da fiscalização ambiental. Além de militares da GNR que prestam serviço um pouco por toda a na Região Norte, o acordo estende-se a um conjunto de guardas florestais.
A formação técnica de brigadas, o aumento do número de operações de monitorização e o controlo e a cooperação na investigação e instrução de processos de contra-ordenação nas áreas de captação de água, águas residuais e emissões atmosféricas são os objectivos.
Segundo a CCDR-N, dar-se-á hoje (Dia Mundial do Ambiente) o "imediato cumprimento" do protocolo celebrado, com o arranque de uma acção de formação, "promovida e suportada" pela Comissão, aos 80 elementos, afectos às Brigadas Territoriais n.º 4 e n.º 5 da GNR, e a alguns guardas-florestais. No caso dos militares, destacam-se os membros do Serviço Especial de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA).
Além da formação técnica, a CCDR-N promoverá o fornecimento de equipamentos e materiais para a realização de colheitas e medições de campo e a partilha de informações sobre os resultados dos processos de contra-ordenação. Por outro lado, a GNR compromete-se a realizar operações de colheita de amostras de águas e efluentes, bem como medições atmosféricas. Colaborará ainda na investigação de processos e intensificará "diligências na instrução de contra-ordenações".
Ricardo Magalhães, vice-presidente da CCDR-N, realça que o protocolo reforça a parceria entre as duas entidades e a "partilha de know-how técnico, de informação e de recursos humanos e materiais" no sentido de "qualificar" a fiscalização ambiental na Região Norte.
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