Abertura sem pompa mas com compradores
Mesmo antes do horário oficial de abertura da Feira do Livro de Lisboa, já o Parque Eduardo VII acolhia os primeiros interessados em comprarem algumas obras a preços mais económicos.
Embora o primeiro dia seja sempre um pouco morno, em matéria de negócio , a verdade é que, sobretudo nos stands vocacionadas para a literatura infanto-juvenil, já se notava algum movimento.
"Já anteontem, quando estávamos a finalizar o arranjo do stand, havia quem perguntasse se já podia comprar um livro", disse ao JN Rui Silva um dos muitos vendedores destacados por esta altura para o local.
A feira abriu sem a pompa de edições anteriores (não houve ministra nem secretário de Estado da Cultura).
A tenda destinada a acolher as sessões de autógrafos e lançamentos foi a mais procurada. Porque afinal a feira tem essa capacidade rara de aproximar os autores das pessoas que os lêem. E elas gostam disso. AV
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